
Polícia Civil de Rondônia
Polícia Civil
Sete integrantes de uma facção criminosa foram presos e um adolescente apreendido na última quinta-feira (28) em Guajará-Mirim(RO). Eles são suspeitos de tentarem matar duas pessoas em menos de 24 horas.
De acordo com as investigações, os ataques estariam relacionados à cobrança de dívidas de pequenos traficantes que não pagavam a chamada “caixinha”.
Segundo as investigações, o primeiro alvo foi um jovem de 20 anos, baleado no bairro Jardim Esmeraldas. Ele foi socorrido e continua internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Mesmo ferido, conseguiu contar à polícia que reconheceu os atiradores.
Siga o canal do g1 RO no WhatsApp.
Siga também o Instagram do g1 RO.
Segundo a Polícia Civil, após o depoimento, dois suspeitos foram presos, entre eles um homem conhecido como “RN”, irmão de “Tigrão”. Ambos ligados a uma facção criminosa.
Horas depois, ainda no mesmo dia, outra tentativa de homicídio aconteceu em um lava-jato no bairro São José. Testemunhas relataram que três homens chamaram a vítima pelo nome antes de atirar várias vezes.
A investigação levou a polícia até uma casa no bairro Santa Luzia, identificada como base da facção chefiada por “Neném Gibi”. No local, o grupo estaria comemorando os ataques. Cinco pessoas foram presas e um adolescente apreendido. Apenas “Madruga”, também ligado à facção, conseguiu escapar.
Na operação, a polícia apreendeu uma arma de fogo calibre 22 com sete munições, 21 papelotes de cocaína, uma porção de maconha, um cigarro de maconha pronto para consumo, além de celulares e roupas que teriam sido usadas nos crimes.
De acordo com a Polícia Civil, parte da droga era repassada por “Neném Gibi” a menores de idade. Os celulares apreendidos serão periciados e podem revelar mais informações sobre o funcionamento da facção.
LEIA TAMBÉM:
Mulher realiza o sonho de ser mãe após enfrentar câncer em RO: ‘Foram dez anos tentando engravidar’
Orientadora de escola municipal é investigada por deixar aluno autista de castigo no sol por horas em RO: ‘sem água e passando mal’, diz mãe
Quais as diferenças entre a prisão temporária e a preventiva?